O poker brasileiro continua em ótimas mãos. Mais conquistas virão

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MARÇO/ABRIL - EDIÇÃO 60

Quando a CBTH foi criada, o meu grande amigo Sérgio Prado, para mim a maior referência jornalística do poker no Brasil, escreveu um texto perguntando: e agora? Achei justíssimo na época o questionamento do Sérgio e acho até hoje. Lembro que ele e o Federal bateram um longo papo a respeito do texto, mas como não estava presente, não sei o que foi discutido.

Escrevo isso com a maior consideração do mundo pelo Sérgio e, de novo, achei e acho justo o questionamento. Mas temos de concordar, eu, Sérgio, Igor que todos os questionamentos foram respondidos. A CBTH, nos últimos oito anos, prestou um serviço fantástico ao poker no Brasil. Não existe nenhum argumento contra que irá me tirar essa opinião.

O discurso do Igor durante o BSOP foi emocionante. Esportistas de diversas áreas poderiam tomar a mesma decisão e o esporte, no geral, seria melhor e mais competitivo. A não permanência do Igor no poder da CBTH é admirável, pois seria praticamente unanimidade entre todos que ele poderia continuar. Se houvesse uma votação, e o Federal pudesse ser votado, teria certeza absoluta de que ele venceria.

Quem quer ficar de fora? Ninguém, ou quase ninguém. Parabenizo o Igor pela enorme decisão. Não sei se foi fácil, mas imagino que não.

A escolha do Ueltom é excelente, fantástica. Um cara politizado, inteligente demais. Já conhece todos os caminhos dentro do universo do poker. Não temos uma pessoa inexperiente nem despreparada. Pelo contrário, temos a continuidade de tudo que já foi feito.

O poker brasileiro continua em ótimas mãos. Mais conquistas virão.

Ari Aguiar
Editor-chefe da revista FLOP.

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